segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Revolta

(J.C. Peu)

Amor, volta
E trás de volta
Minha alma
Que estava morta
Desde sua partida.

Amor, re-volta
Coloca a mão
Dentro do caixão
E sacode, acorde
Este corpo morto,
Me acorde pra vida.

Amor, na volta
Traga refrigerante
E vontade de viver.
Traga também uma corda.
Não se preocupe com a ambigüidade
Que este pedido possa trazer
Não, não e não!
Não é o que você pensa
O que eu quero dizer.

Amor, volta
E, uma meia-volta seria o ideal.
Volta e traga de volta
O que você não levou
Um grito, um tiro,
Re-vól-ver.

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