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Dhiogo Caetano o Novo Membro do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico do Grande ABC

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Dhiogo Caetano o Novo Membro do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico do Grande ABC   O Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico do Grande ABC, entidade que como um todo abrange o Brasil e, particularmente as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Preto e Rio Grande da Serra (SP), por decisão de sua diretoria, em consonância com seus estatutos e regimento interno, através de seu presidente infra assinado, te a honra de receber em seus quadros a pessoa de Dhiogo José Caetano na categoria de membro com todos os direitos, honras e deveres pertinentes. Dado e passado aos 24 dias do mês de março do ano da graça de N.S.S. Jesus Cristo de 2012. “Observando-se a história do que hoje se chama a região do Grande ABC, formada pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, no Estado de São Paulo, bem como sua importância para a nação, um ...

DHIOGO JOSÉ CAETANO É ENTREVISTADO POR VALDECK ALMEIDA DE JESUS DHIOGO JOSÉ CAETANO É ENTREVISTADO POR VALDECK ALMEIDA DE JESUS

Dhiogo José Caetano é natural de Uruana, interior de Goiás; filho de Valdson Caetano Filho e Lucinete José Veloso. Graduado em História pela UEG - Universidade Estadual de Goiás. Tem inúmeros trabalhos e artigos publicados na Web Artigo, Recanto das Letras, Jornal o Povo, Jornal o Dia, Jornal Diário da Manhã, Canto dos Escritores, Overmundo, Cinema é Minha Praia, Poetas Livres, Portal Literal, Sociedades dos Poetas por Vir, Novos Horizontes. Publica poesias nos portais: Revista Factus, Revista Literária e Partes. Tem textos publicados nos livros: Nova Coletânea, Rocco, Abralie, Publicações Iara, Encantos do Brasil II da Mandio Editora, Poesia Encantada III e IV, Novos Poetas 2011 e 2012 da Editora Videira, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus 2010 e 2011, Editora Celeiro, Tecido Verbal, Editora Literacidade, Poesia Encanta, Canapé, Litteris, Palavras Sem Fronteiras. É colunista dos blogs: Poetas Brasileiros, Mar de poemas, Sociedade dos Poetas Mortos, Debates Culturais, Tabletes culturais...

Auto-Oficina Literária - A Crença Na Literatura

No dia em que qualquer escritor concluir que domina sua arte ele não mais será um artista, será um operário, ou no máximo, um artesão. Ele perderá a magia de não saber o que há por trás da cortina da página em branco. Concluirá, também, que não precisa mais esforçar-se para alcançar o cume, pois já está nele. Desconfio que por mais experiente que um escritor seja, nunca conseguirá dominar todas as manhas da literatura. Ela é uma mulher, e como tal, é mais imprevisível do que possa parecer, e mesmo para os que a dominam, é só uma questão de um deslize mínimo para que ela venha a escapar por entre os dedos. Sendo assim, a crença na literatura é o que basta, e é o que importa realmente, dominá-la não é a coisa mais importante, e sim, compactuar com ela.

Camelô

(J. C. Peu) O camelô vem gritando Tudo o que ele tem Sendo jogado de um lado pro outro Pelo balanço do trem “-Vem cá!” Chamou-lhe da multidão alguém, Respeitando o ditado: “Vem cá é baleiro de trem.” O camelô foi farejando dinheiro Achando-o um pouquinho aqui, Outro pouquinho ali, Sempre atento de onde O perigo vem. Tinha mulher e três filhos, Tinha muito que correr o trem Ia esbarrando num passageiro e noutro Quanto mais lotado ficava o trem. De repente, camelô saiu em revoada Medo de apanhar e da mercadoria perder O som do apito é inconfundível O colete vermelho prenuncia o pior “-Já era neguinho, É o rapa!”

SAMAMBAIA VERDE SAMAMBAIA

(Dhiogo Caetano)           Em suas longas folhas, uma longa história pra contar.           Uma planta, uma herança da minha avó.           Há mais de cinquenta anos, a sua beleza verde encanta a nossa casa.           Trazendo esperança no desenrolar de suas folhas.           De forma plena ela encanta...           Nela a lembrança de um passado ainda presente.           Ontem a minha amada avó cultivava a linda samambaia.           Hoje sou o guardião da verde samambaia.           Simplesmente uma planta, mas um elemento da família...         ...

Futuro

(J. C. Peu) “Não serei o poeta de um mundo caduco” Nem falarei do passado Não pensarei de forma cartesiana Terei fé no não visto, Ouvirei o que nunca foi dito E só acreditarei, depositando plena confiança Com minha capacidade de raciocínio, Em tudo o que não existe, Ainda... Seguirei relativizando Pregando as boas novas De um mundo melhor Ensinando quem quiser aprender Os dez mandamentos de uma ecologia humana De Einstein a Capra, de Freire a Morin O tempo é minha matéria Mas não o tempo presente, newtoniano Meu tempo é o tempo futuro, Livre, leve e solto Que corre para frente e para trás Em ondas e em partículas Ao mesmo tempo... Serei um poeta de um mundo novo, Verdadeiramente admirável. De um governo que será capaz de arruinar Os que arruínam a Terra De reis incapazes de sugar a alma do planeta Por dinheiro ou vintém O poeta de um mundo que é para todos Ou para ninguém Cantarei canções de Pessoa E refrões das folhas da relva Ao esperar uma nova con...

Manual Didático da Vida

(J. C. Peu) Aprenda a perder Pois perdemos tudo  Na vida. Perdemos o ônibus, O trem,  Mas não deixe a vida passar... Até ela mesma, Um dia,  Acabou! Vais perder a inocência, A beleza e Juventude. Podes perder, Hoje ou amanhã,  Dinheiro ou saúde. Mas não perca A cabeça Tão já! Não perca amigos, Se não perdê-los  For possível. Não perca a fé, E, em tudo o que perderes, Não perca o amor. E não chores, Já que sabias Que assim seria.